quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O nosso começo! O meu lado do nosso começo

Hoje eu vim aqui para registrar um pouco da nossa história. Esta é a minha versão é o meu lado da história, são as minhas lembranças e meus sentimentos de tudo isto.

Não sei bem ao certo em que momento nossa história começou, sei que nos conhecemos no trabalho e tínhamos muita afinidade, mas não éramos mais do que bons amigos de trabalho, você com sua vida pessoal com suas alegrias e tristezas, algumas vezes compartilhadas com todos do trabalho inclusive eu e outras apenas tentando esconder, como por exemplo: quando chorava e não nos justificava o motivo do choro. A verdade é que o seu choro muitas vezes me incomodou, me sentia de mãos atadas e com uma enorme vontade fazer algo por você, algo que te alegrasse pelo menos. Mesmo não sabendo os motivos do seu choro.
Eu também tinha minha vida, tinha minhas alegrias e tristezas e quase não chorava. E muitas vezes eu sobrevivia aos meus dias quando na verdade tinha esquecido de os viver. Havia deixado de lado os meus projetos e sonhos de vida e tinha até esquecido de mim e o pouco que havia sobrado de vida em mim muitas vezes morria quando minhas vontades estavam sempre em 2° Plano.

Numa noite de sábado em que “todo mundo espera alguma coisa de um sábado a noite”, tive a felicidade de falar com você via MSN e hoje também pouco importa quem chamou a quem, a verdade é que trocamos algumas palavras e eu naturalmente e sem segundas intenções a convidei pra assistir a um filme em casa, este era o terceiro convite que fiz e o primeiro em que você “acho que vou aceitar o seu convite” e eu disse que 15 minutos te buscaria. Estava em casa tranqüilo tomando whisky com energético, estava me sentindo muito bem este sábado! Lembro que fiquei feliz com sua afirmativa e tomei banho rápido e cantando. Logo estava no portão da sua casa, dei um toque no seu celular e você saiu, entrou no carro e sentou do meu lado. Perguntei se você queria beber alguma coisa em casa e logo sugeri Smirnoff – ice e você por gostar aceitou.
Fomos pra casa o filme era Crepúsculo que eu pela segunda vez iria assistir. Você deitou em minha cama e eu sentei no puff, afinal até sentando eu durmo durante os filmes e te avisei sobre isto. Depois de algum tempo assistindo ao filme e o sono não vinha, começou a passar um monte de idéias pela cabeça inclusive a idéia de atravessar a barreira da amizade e te dar um beijo, mas este não poderia ser pedido muito menos direto, tinha que acontecer naturalmente. Fui buscar mais bebidas pra nós, mas nos mantínhamos conscientes e na volta trouxe também um creme hidratante e pedi seus pés para fazer uma massagem. Queria de alguma forma tocar você e sentir qual seria sua reação. Você se assustou com o meu pedido mas também aceitou e confesso que nesta hora me senti quase um massoterapeuta. Acho que começou ali suas experimentações. Logo estava deitado ao seu lado na cama e assistindo ao filme, acho que do tempo que nos conhecíamos foi a vez em que minha boca ficou mais próxima da sua e ainda que na minha primeira investida você tenha recusado eu senti que ali poderia fazer algo por você e por mim. Mesmo entendendo sua recusa e aquele segundo antes de te beijar pela primeira vez que durou com toda certeza muito mais que um segundo. Nosso primeiro beijo aconteceu, meio desajeitado é verdade, mas logo nossos beijos se encaixaram, você estava em meus braços e muitos outros beijinhos aconteceram até o fim do filme. Mas não acabou quando acabou o filme, ficamos juntos até acabar o “ALTAS HORAS” em que demos muito risada com o “vale-night”. Você não tem noção do quanto eu torci, por medo, que aquela noite não terminasse. Mas logo me despedia de você em frente ao seu portão e senti uma estranha sensação que algo entre nós não estava bem, mais senti felicidade e senti que você também estava feliz. Voltei pra casa e esperei o sono chegar e assim terminou o primeiro capitulo de nossas vidas, que conta a história do nosso primeiro encontro, nosso primeiro beijo e o ponto de partida para os próximos capítulos da nossa história que continou e continua sendo escrita.

Há verdade é que entre nós nunca houve maldade só um sentimento: "...de Querer bem, de querer quem se tem..."

O Ele

Nenhum comentário:

Postar um comentário